recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for 7 de abril de 2006

>Gilda de Abreu

Posted by everbc em 07/04/2006

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Gilda de Abreu, cantora, compositora, escritora, cineasta e atriz nasceu em Paris, França (23/09/1904) e faleceu no Rio de Janeiro (04/06/1979). Filha da cantora Nícia Silva de Abreu, veio para o Brasil com quatro anos para ser batizada. Em 1914, com a Primeira Guerra Mundial, a mãe, que cumpria periodicamente contratos na Europa, instalou-se definitivamente no Rio de Janeiro. Aos 18 anos começou a estudar canto com a própria mãe, que se havia dedicado ao ensino, revelando-se excelente soprano ligeiro.

Principiou a cantar em festas de caridade e concertos, chegando a interpretar em 1920 (ano em que conheceu Vicente Celestino), no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro, as óperas Les Contes d’Hoffmann, de Jacques Offenbach (1819-1880), Il Barbiere di Siviglia, de Gioacchino Rossini (1792-1868) e Lakmé, de Léo Delibes (1836-1891).

Em 1933 iniciou suas atividades no teatro musicado, participando da opereta A canção brasileira, de Luís Iglésias, Miguel Santos e Henrique Vogeler, trabalhando ao lado de Vicente Celestino, no Teatro Recreio, do Rio de Janeiro, com quem casou cinco meses após a estréia e passou a trabalhar em estreita colaboração. Ainda em 1933 escreveu todo um ato da opereta A princesa maltrapilha, levada à cena no mesmo ano.

Em 1935, estrelou o filme de Oduvaldo Viana Bonequinha de seda, baseado na valsa de mesmo nome, de sua autoria, um dos sucessos de Vicente Celestino. Nesse ano, compôs a opereta Aleluia, estreada em 1939, no Teatro Carlos Gomes, do Rio de Janeiro.

Em 1937 fez o filme Alegria, que não teve grande repercussão. Em 1942, escreveu a letra das canções Mestiça (música de Ary Barroso) e Ouvindo-te (música de Vicente Celestino). Até 1944, esteve ligada a uma companhia de operetas, da qual Vicente também fazia parte, que realizou excursões por todo o Brasil. Em 1946 escreveu o roteiro e dirigiu o filme O ébrio, também inspirado em outra composição de sucesso do marido, que atuava no papel-título.

Em 1949 escreveu o roteiro e dirigiu o filme Pinguinho de gente e, em 1951 escreveu o roteiro, dirigiu e interpretou o papel principal do filme Coração materno, título de outro grande sucesso de Vicente Celestino. Em 1950 compôs com Vicente Celestino e Ercole Varetto a opereta A patativa, e escreveu com Luís Iglésias o libreto da opereta Olhos de veludo (música de Vicente Celestino). Autora de vários livros infantis e romances, publicou também A vida de Vicente Celestino, São Paulo, 1946.

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>Vicente Celestino

Posted by everbc em 07/04/2006

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Vicente Celestino (Antônio Vicente Filipe Celestino), cantor, compositor a ator, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 12/9/1894 e falceu em São Paulo, em 23/8/1968. Filho de um casal de imigrantes calabreses chegados ao Brasil dois anos antes de seu nascimento, teve dez irmãos, quatro também artistas João, galã cômico; Pedro Celestino, tenor; Radamés, barítono; e Antônio, baixo. Começou a cantar aos oito anos, num grupo chamado Pastorinhas da Ladeira do Viana, e, ainda aluno de escola primaria publica, iniciou-se no ofício de sapateiro com o pai, entrando para o Liceu de Artes e Ofícios, para aprender desenho industrial, logo após terminar o primário.

Em 1903 participou do coro infantil da ópera Carmen (Georges Bizet, 1838—1875), no Teatro Lírico, e, notado pelo tenor italiano Enrico Caruso, recebeu convite para ir estudar canto na Itália, mas seu pai recusou-lhe autorização. Trabalhou numa fábrica de guarda chuvas, em 1905, foi servente de pedreiro no ano seguinte e, em 1910, voltou à sapataria do pai.

Cantou solo em público, pela primeira vez, na peça Vida de artista, encenada em 1912 pelo Grupo dos Cartolas, formado por amigos do bairro da Saúde. Depois, começou a cantar em festas, serenatas e casas de chope, abandonando o emprego em 1913 para dedicar-se somente à música. Numa dessas casas de chope, foi ouvido por Alvarenga Fonseca, que o levou para a Companhia Nacional de Revistas, do Teatro Sao José, da qual era diretor.

No dia 10 de julho de 1914, estreou na revista Chuá-Chuá, de Eustórgio Wanderley e J. Ribas, participando do coro e solando a valsa Flor do mal (Santos Coelho e Domingos Correia), com calorosos aplausos. Dois anos mais tarde, integrando a Companhia Leopoldo Fróis, foi cantar em São Paulo, sendo promovido a ator-cantor, apresentando-se depois em Porto Alegre e Pelotas RS, Pernambuco e Bahia.

Em 1915 ou 1916, gravou seu primeiro disco — Flor do mal e Os que sofrem (Alfredo Gama e Armando Oliveira) — na Casa Edison (Odeon), do Rio de laneiro. Deixou o Teatro São José em 1917, para se dedicar ao estudo do canto, no Teatro Municipal do Rio de laneiro. Em 1919, voltou aos palcos, como ator de várias peças, começando, em março, no papel principal em Amor de bandido (Oduvaldo Viana e Adalberto de Carvalho), encenada pela Companhia de Pascoal Segreto, no Teatro São Pedro (hoje João Caetano). Seu maior sucesso nessa temporada foi a opereta Juriti, de Viriato Correia, com música de Chiquinha Gonzaga, apresentada no mesmo teatro.

Com a atriz e cantora Laís Areda, organizou sua própria companhia de operetas, em 1920, estreando com Loucuras de amor (Adalberto de Carvalho), no Teatro Americano. No ano seguinte trabalhou nas óperas Tosca, de Giacomo Puccini (1858 1924) e Aida, de Giuseppe Verdi (1813—1901), no Teatro Lírico, e em Carmen, no Teatro São Pedro.

Fundou nova companhia com a cantora Carmen Dora, em 1923, para excursionar pelo Brasil; nos anos seguintes continuou a percorrer o país de ponta a ponta. Gravou tambem vários discos, que lhe deram grande popularidade, entre eles Urubu subiu, em duo com Bahiano, para o Carnaval de 1917; Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva e Osório Duque Estrada), em 1918; e O cigano (Marcelo Tupinambá e João do Sul), em 1924.

Na Odeon, já no processo elétrico, de abril de 1928 a outubro de 1930 lançou 19 discos com 35 músicas, alcançando sucesso com Santa (Freire Júnior), em 1928, e o tango-canção Nênias (Cândido das Neves, apelidado de Índio), 1929, entre outras. Em 1932 passou para a Columbia, gravando no primeiro disco o tango-canção Noite cheia de estrelas (Cândido das Neves), que deu novo impulso a sua carreira discografica. No ano seguinte, casou se com a cantora e atriz Gilda de Abreu.

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Em 1933 Vicente Celestino trabalhava com Gilda de Abreu no Teatro Recreio do Rio de Janeiro, com quem casou cinco meses após a estréia da opereta “A canção brasileira”, de Luís Iglésias, Miguel Santos e Henrique Vogeler e passaram a trabalhar em estreita colaboração.

Em 1935 começou a gravar na RCA Victor, obtendo dois êxitos já no primeiro disco: os tangos-canções Ouvindo-te (sua autoria), em duo com Gilda, e Rasguei o teu retrato (Índio). A partir desse momento, começou a se projetar tambem como compositor de grandes sucessos, como, por exemplo, O ébrio, 1936, Coração materno, 1937, Patativa, 1937, Sangue e areia (com Mário Rossi), 1941, Porta aberta, 1946.

Em 1937 interpretou, com Gilda, a ópera Lucia di Lammermoor, de Gaetano Donizetti (1797—1848), no Teatro São Pedro. Transformou a canção O ébrio em peça de teatro, com estréia no Teatro Carlos Gomes, em 1941, e sempre encenada em suas excursões; fez o mesmo com Coração materno, opereta estreada em 1946 no Teatro João Caetano. Ambas foram filmadas por Gilda de Abreu, respectivamente em 1946 e 1951, com ele nos papéis principais, alcançando grande sucesso de público.

Com sua poderosa voz de tenor, cantou tambem músicas modernas, como o samba Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), em 1959, mantendo-se sempre fiel a seu estilo. Em 1965 recebeu o titulo de Cidadão Paulistano da Câmara dos Vereadores. Passou também a ser conhecido por um público mais jovem em 1968, quando Caetano Veloso gravou Coração materno (foto ao lado: Vicente Celestino e sua mulher, Gilda de Abreu, ladeiam Chiquinha Gonzaga. À direita, Viriato Correia).
Preparando-se para gravar um programa de televisão em que seria homenageado pelos componentes do Movimento Tropicalista, sentiu-se mal no quarto do hotel Normandie, em São Paulo, morrendo minutos depois do coração. No total, em todas as gravadoras, desde a fase mecânica, lançou cerca de 137 discos em 78 rpm com 265 musicas, mais dez compactos e 31 LPs, vários destes com relançamentos.

A Voz orgulho do Brasil
Possuidor de voz extraordinária, era chamado diariamente para cantar em festas de Igrejas, em reuniões sociais e em clubes. Nada recebia em troca, além de elogios, aplausos e lanche. Assim, pouco a pouco o jovem Celestino se tornava famoso no bairro e arredores.
No seu repertório já constavam trechos de óperas, valsas, canções, música sacra etc. Com sua voz possante e bela, as canções ganhavam nova roupagem devido a sua interpretação. Era ovacionado por todos os que o ouviam. Assistia a todas as companhias líricas que visit
avam o Brasil, tendo como ídolo Enrico Caruso.
Aos dezoito anos começou a cantar nos chamados “Chopes” da época e, aos vinte anos, estreava profissionalmente no Teatro São José, onde levou a platéia ao delírio cantando a famosa cancão “Flor do Mal”, que foi também a sua primeira gravação, em 1916, quando ganhou, por milhares de discos vendidos, a importância de dez mil réis.
O povo adorava aquele moço simpático e simples que se dava por inteiro quando cantava. Vicente Celestino cantava com a alma e o coração, sem economizar o que Deus lhe deu: sua voz preciosa. Os jovens que aplaudiam o cantor ensinaram a seus filhos e, depois, aos seus netos a gostar daquele que, orgulhosamente, cantou para quatro gerações.
Vicente estrelou dois filmes: “O Ébrio” e “Coração Materno”. Um grande empresário da época, Walter Mochi, ao ouvi-lo, quis levá-lo para a Europa, a fim de projetar Vicente como um dos maiores tenores dramáticos do mundo. Mas Vicente não concordou e disse que jamais deixaria o Brasil, sua Pátria, declinando, assim, do honroso convite. Queria cantar para o seu povo. Poucos teriam resistido à tentação.
Vicente Celestino era um homem feliz. Cantou durante 65 anos sem parar. Era uma autêntica glória nacional. Foi cognominado “A voz orgulho do Brasil’: e bem mereceu o título. Compôs várias cancões de grande sucesso: “O Ébrio”, “Coração Materno”, “Patativa”, “Serenata”, “Ouvindo-te” e inúmeras outras. Deu ao Brasil a sua voz, a sua alma e todo o seu amor de brasileiro. Recebeu muitas homenagens em vida e durante 33 anos foi contratado pela RCA-Victor, onde gravou centenas de discos.
Antonio Vicente Felippe Celestino (Vicente Celestino) estava cantando para a quarta geração e a última vez que se apresentou foi para uma pequena platéia de 200 pessoas, durante um ensaio em São Paulo, na triste tarde de 23 de agosto de 1968, onde artistas, músicos, cantores ensaiavam para um “show” que seria gravado às 23 horas. Cantou naquele ensaio (dito pelos colegas), talvez como nunca tenha cantado antes, a cancão “Mande uma Flor de Saudade” com letra de M. Ghiaroni e música de sua autoria. Mas aquele havia sido o Canto do Cisne da mais aplaudida e incompreendida voz do cancioneiro brasileiro. E, assim, às 22:30 horas daquela noite calou-se para sempre “A voz orgulho do Brasil”.
Algumas músicas

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>Vadico

Posted by everbc em 07/04/2006

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Vadico (Osvaldo de Almeida Gogliano), compositor, regente e instrumentista, nasceu em São Paulo SP, em 24/6/1910 e faleceu no Rio de Janeiro RJ, em 11/6/1962. Filho de imigrantes italianos do bairro do Brás, todos seus irmãos eram músicos: Carlos tocava flauta e sax, Rute formou-se em piano e harmonia e Dirceu fez o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Começou a interessar-se por música aos 16 anos e aos 18 deixou a profissão de datilógrafo, para tocar piano em público pela primeira vez, apresentando-se num hotel em Poços de Caldas MG.

No mesmo ano venceu um concurso de música popular recebendo medalha de ouro com sua primeira composição, a marcha Isso mesmo é que eu quero. Em 1929, seu samba Deixei de ser otário foi incluído no filme Acabaram-se os otários (dirigido por Luís de Barros); essa foi sua primeira composição gravada, na Odeon, por Genésio Arruda. Por essa época, já fazia trabalhos de orquestração e enviou um samba para o Rio de Janeiro, Arranjei outra (com Dan Mallio Carneiro), que foi gravado por Francisco Alves em 1930. Isso o encorajou a dedicar-se somente à música, aperfeiçoando seus estudos de piano.

Em 1931 foi para o Rio de Janeiro, onde, por intermédio de Eduardo Souto, teve seu samba Silêncio gravado por Luís Barbosa e Vitório Lattari. Dois anos depois, o mesmo Eduardo Souto o apresentou a Noel Rosa no estúdio da Odeon. Ouvindo uma de suas composições, Noel aceitou a sugestão de Souto para fazer a letra, e dois dias mais tarde estava pronto o Feitio de oração, o primeiro dos seus sambas que teve Noel como letrista e que foi gravado em 1933, na Odeon, por Francisco Alves e Castro Barbosa.

Seguiram-no Feitiço da Vila, Provei, Quantos beijos e Só pode ser você. Musicou depois os versos de Noel Rosa: Conversa de botequim, Cem mil-réis, Tarzan (O filho do alfaiate), Pra que mentir e a Marcha do dragão (publicitária).

Por essa época, também atuou como pianista em diversas escolas de dança, e em 1934 foi contratado por Luís Americano para tocar na boate Lido, substituindo-o, posteriormente, na direção da orquestra. Quatro anos depois tocou durante alguns meses no Cassino Tênis Clube de Petrópolis RJ.

Em 1939 foi com a Orquestra Romeu Silva para os E.U.A., para atuar no pavilhão brasileiro da Feira Mundial de New York, estreando em junho. Permaneceu naquele país até novembro, tendo gravado transmissões para o Brasil na National Broadcasting Corporation. Retornou ao Brasil com Romeu Silva, passando a apresentar-se com a orquestra deste na Feira de Amostras do Rio de Janeiro.

Voltou a New York em abril de 1940, para a reabertura da Feira Mundial. Com o encerramento da mostra em outubro daquele ano, foi para Hollywood, onde se encontrou com Zé Carioca e passou a trabalhar na gravação das músicas do filme Uma noite no Rio (That Nightin Rio, de Irving Cummings), com Carmen Miranda.

No ano seguinte, a pedido da Universal Pictures, compôs para um filme o samba Ioiô, que teve letra de Nestor Amaral. Continuou como pianista de Carmen Miranda e do Bando da Lua, fazendo também várias orquestrações para filmes em que estes atuavam, como Weekend in Havana (Aconteceu em Havana, direção de Walter Lang, 1941) e Springtime in the Rockies (Minha secretária brasileira, direção de Irving Cummings, 1942), além de outros.

Em 1943 fez shows em teatros e night clubs, sendo convidado no mesmo ano por Walt Disney, que o pediu emprestado à Twentieth Century Fox por cinco dias, para musicar o desenho de longa metragem Saludos, amigos, em que o personagem Zé Carioca aparece como símbolo do Brasil.

Em 1944 participou de shows com Carmen Miranda e o Bando da Lua, apresentados nas bases da Marinha, em San Francisco, E.U.A. No ano seguinte atuou no restaurante Latin Quarter. Nesse mesmo ano de 1945, deixou de atuar com Carmen Miranda e o Bando da Lua, passando a integrar orquestras norte-americanas. Estudou harmonia, contraponto, composição musical, orquestração e regência, com Mario Castelnuovo-Tedesco (1895-1968).

Em 1948 acompanhou Carmen Miranda em sua temporada em Londres. Em 1949 entrou para a companhia da bailarina Katherine Dunham, como regente de orquestra, excursionando pelos E.U.A., Europa e América do Sul.

Em agosto de 1951 deixou a companhia em Kingston, Jamaica, e foi para New York trabalhar com uma orquestra cubana. Três anos depois, retornou ao Brasil definitivamente, atuando com Os Copacabana, na boate Casablanca, em 1956, passando depois a tocar piano somente em gravações e a fazer orquestrações para a Continental e a Rádio Mayrink Veiga.

No início de 1957 ingressou como diretor musical na TV-Rio, em substituição a Osvaldo Borba. No ano seguinte voltou a trabalhar com Os Copacabana, atuando no dancing Brasil e depois no Avenida. Em 1959 deixou Os Copacabana e foi para o Fred’s, até que em janeiro de 1960 foi contratado pelo Sacha’s.

Gravou em 1962 na etiqueta Festa o LP Festa dentro da noite. Seus principais parceiros foram Noel Rosa e Marino Pinto, este último letrista de Prece, que considerava sua obra-prima.

Obras

Cem mil-réis (c/Noel Rosa), samba, 1936; Conversa de botequim (c/Noel Rosa), samba, 1935; Feitiço da Vila (c/Noel Rosa), samba, 1934; Feitio de oração (c/Noel Rosa), samba-canção, 1933; Mais um samba popular (c/Noel Rosa), samba, 1934; Pra que mentir (c/Noel Rosa), samba, 1934; Prece (c/Marino Pinto), samba-prelúdio, 1958; Provei (c/Noel Rosa), samba, 1936; Quantos beijos (c/Noel Rosa), samba, 1936; Só pode ser você (c/Noel Rosa), samba, 1936; Súplica (c/Marino Pinto), samba-canção, 1956; Tarzã, o filho do alfaiate (c/Noel Rosa), samba, 1936.

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