recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for 27 de dezembro de 2007

Abílio Manoel

Posted by everbc em 27/12/2007

Ablio Manoel

Abílio Manoel (Abílio Manoel Robalo Pedro), compositor e cantor, nasceu em Lisboa, Portugal, em 03/02/1947. Veio ainda criança para o Brasil. Trabalhava num banco em São Paulo SP e, em 1967, foi convidado a gravar um LP na Odeon (lançado em 1968), após o que viajou para o Chile, onde venceu o I Festival Latino-Americano da Canção Universitária, com sua música Minha rua.

Com a música Pena verde, grande sucesso em sua carreira, venceu em 1969 o II Festival Universitário da Música Popular Brasileira, promovido pela TV Tupi, de São Paulo. No mesmo ano e em 1970, 1971 e 1972, participou do FIC, da TV Globo, Rio de Janeiro. Seu segundo LP, Pena Verde, foi lançado pela Odeon ainda em 1970.

Viajou logo depois para o México, onde cantou em várias universidades, se apresentou na televisão e gravou um compacto simples na Capitol mexicana, com suas composições Andréia e Pena Verde.

Entre 1971 e 1975, lançou mais três LPs; um de seus maiores sucessos foi Tudo azul na América do Sul, com Antônio Carlos Carvalho, que, ao lado de Halter Maia, é um de seus parceiros mais freqüentes.

Em 1973 fundou o grupo Terra Livre. Entre 1977 e 1983 trabalhou na Rádio Bandeirantes FM e em 1984 na Rádio USP, no programa América do Sol. Nesse período gravou os LPS Becos e saídas (Som Livre, 1978) e Curso das águas (RCA, 1982) e compôs, em 1980, o tema musical do filme Pixote, de Hector Babenco.

Atua também como produtor musical em publicidade eshows, tendo produzido para os selos Band e Copacabana a série de LPs de música latino-americana América do Sol.

Obras

América Morena, 1976; Cata-vento, 1970; Chris, Christina, 1973; Minha rua, marcha-rancho, 1968; Pena verde, 1970; Tudo azul na América do Sul (c/Antônio Carlos Carvalho), 1971.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora – PubliFolha.

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Sílvio César

Posted by everbc em 27/12/2007

Silvio_Cesar_1968

Sílvio César (Sílvio Rodrigues Silva), cantor / compositor, nasceu em 14/8/1939 na cidade de Raul Soares, Minas Gerais. Começou a cantar profissionalmente em 1960, como crooner das Orquestras de Waldemar Spillman e Ed Lincoln. Neste ano lançou um compacto simples com as canções Máxima culpa (Sérgio Ricardo) e Manhã sem adeus (Luiz Bonfá).

No ano seguinte, gravou seu primeiro LP Amor demais, registrando sua parceria com Ed Lincoln nas canções O que eu gosto de você, Conselho a quem quiser voltar, Eu te agradeço e Saudade.

Em 1963, gravou o LP Sem carinho, não. Dois anos depois, lançou o LP Só tinha de ser…, com destaque para um de seus maiores sucessos, a canção Pra você, que viria a ser regravada inúmeras vezes, com grande repercussão.

Em 1966, gravou um compacto simples com as canções Mônica e Se tiver de ser, ambas com Ed Lincoln, incluídas na trilha sonora do filme Na onda do yé yé yé, de Renato Aragão. Dois anos depois, gravou o LP Silvio Cesar.

Em 1970, lançou um compacto simples contendo as canções A minha prece de amor e Maria, incluídas na trilha sonora da novela Simplesmente Maria (TV Globo). Ainda nesse ano, gravou o LP A minha prece de amor.

Em 1971, lançou o LP Silvio Cesar. No ano seguinte, registrou em compacto simples as canções Dois amigos, dividindo a faixa com o cantor Miltinho, e Não nasci pra jogador, tema da novela Bandeira 2 (TV Globo). Ainda em 1972, gravou o LP Silvio Cesar. Lançou, também nesse ano, um compacto simples contendo as canções Você não tá com nada, tema da novela Bandeira 2 e Perdido na noite.

Em 1973, lançou mais um compacto simples, registrando as canções O que passou, passou, tema do filme Mineirinho vivo ou morto, e Pra que tudo isso sem você?. No ano seguinte, gravou o LP Vamos dar as mãos.

Em 1975, lançou um compacto simples contendo Levante os olhos, tema da novela Duas vidas (TV Globo), e Eu estou bem. Dois anos depois, gravou o LP Som e palavras.

Em 1978, lançou um compacto simples com Agarre seu homem (c/ Ronaldo Bôscoli), tema da novela Te contei? (TV Globo), e Cego, surdo e mudo. Em 1981, gravou um compacto simples com Luiza (Tom Jobim) e A mais antiga profissão, tema da novela O jogo da vida (TV Globo).

Nas décadas de 1960 e 1970, atuou na programação musical das emissoras de TV, destacando-se os programas Jovem Guarda, Família Trapo, O fino da bossa, Essa noite se improvisa e Show do dia 7, entre outros. Atuou, também, no seriado Quartel do barulho, ao lado de Dedé Santana e Renato Aragão, embrião do futuro Os Trapalhões. Apresentou-se, ainda, no musical Alô Dolly, de Miéle e Bôscoli, na estréia da TV Globo. Representou o Brasil no Festival do Ano Internacional da Comunicação, realizado em Acapulco (México), com a canção Por que?, interpretada por Agnaldo Rayol.

Lançou, nos anos 1980, os LPs Silvio Cesar (1983) e Amor (1985), e, nos anos 1990, os CDs Aos mestres, com carinho (1992), Aos mestres, com carinho/vol. 2 (1995), Amigos da bossa (1997) e Pra você (CID).

No teatro, apresentou-se nos musicais Arco-Íris e O teu cabelo não nega, encenados no Teatro República (RJ), convidado por Abraão Medina e Carlos Machado. No cinema, atuou em Na onda do iê-iê-iê, ao lado de Dedé Santana e Renato Aragão, representando o papel principal, além de participar, em parceria com Ed Lincoln, da trilha sonora do filme.

Em abril de 2000, convidado pelo roteirista-diretor Ricardo Cravo Albin, estrelou o show Café Nice, ao lado da cantora Simone Moreno e do conjunto Água de Moringa, interpretando os grandes sucessos dos anos 30/40. Esse foi o segundo espetáculo de uma série de quatro, intitulados genericamente MPB, a história de um século, através dos quais o Centro Cultural Banco do Brasil (Ccbb/RJ) apresentava, em seu Centro III, toda a história da Música Popular Brasileira, para homenagear os 500 anos do Brasil.

Suas músicas foram gravadas por vários artistas, como Ângela Maria, Alcione, Claudette Soares, Os Cariocas, Cauby Peixoto, Dóris Monteiro, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Emílio Santiago, Elza Soares, João Donato, Hermeto Pascoal, Leny Andrade, Jair Rodrigues, Nana Caymmi, Roberto Carlos e Sergio Mendes, entre outros.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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Orlandivo

Posted by everbc em 27/12/2007

Orlandivo

Orlandivo (Orlandivo Honório de Sousa), compositor e cantor, nasceu em Itajaí, Santa Catarina, em 5/8/1937. Desde criança interessou-se por música, tocando gaita-de-boca aos seis anos. Passou a residir no Rio de Janeiro aos nove anos; aí serviu o Exército, conhecendo então Paulo Silvino Neto Filho, com quem compôs os primeiros sambas: Cinderela em 30, João e Maria e Saudade dói demais.

Em 1958 teve suas primeiras composições gravadas por Roberto Carreiras em selo Albatroz: Vem pro samba e H2O. Gravou, em 1961, um dos seus maiores sucessos, Samba toff, sendo também dessa época A chave do sucesso (ambos com Roberto Jorge), uma alusão à bossa com a qual fez sucesso: cantar sacudindo um molho de chaves para fazer o ritmo.

Entre suas composições destacaram-se Sambadinho (com Roberto Jorge), Bolinha de sabão (com Adílson Azevedo), Dias de verão (com Roberto Jorge) e Tamanco no samba (com Helton Meneses).

Os principais intérpretes de suas composições foram Ed Lincoln, Golden Boys, Conjunto Farroupilha e Humberto Garin. Gravou, entre outros, os LPs A chave do sucesso e Orlan Divo.

Obras

Bolinha de sabão (c/Adilson Azevedo), samba, 1964; A chave do sucesso (c/Roberto Jorge), 1961; Samba toff (c/Roberto Jorge), samba, 1961; Saudade em seu lugar (c/Roberto Jorge), samba, 1964; Tamanco no samba (c/Helton Meneses), samba, 1963.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora – PubliFolha.

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