recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Julie Joy

Posted by everbc em 20/02/2011

Julie Joy (Beatriz da Silva Araújo), cantora e atriz, nasceu em 30/9/1930. Na infância estudou no Colégio Brasileiro de São Cristovão, morou em Copacabana, e depois mudou-se para Teresópolis-RJ. Começou a carreira de cantora interpretando músicas norte americanas cantando em inglês e posteriormente passou a interpretar músicas brasileiras.

Em 1956, foi contratada pela gravadora Sinter e lançou seu primeiro disco interpretando o fox-trot Verão em Veneza, de Icini e Ribeiro Filho, e o samba Finge gostar, de Jaime Florence e Chico Anísio. Por essa época também passou a fazer parte do cast da Rádio Nacional, onde cantava, preferencialmente em inglês, alguns sucessos da época.

Em 1957, gravou com acompanhamento de Britinho e sua orquestra o xote Amor é bom de dar, de Bruno Marnet e Roberto Faissal, e a Valsa do 1º filho, de Luiz de França e Ari Rabelo. No mesmo ano, foi contratada pela gravadora Columbia e lançou disco acompanhada pela orquestra de Renato de Oliveira interpretando o beguine Sombras, de Lavello, J. Mercer e Arierpe, e o bolero Tinha que ser, de Fernando César. Também em 1957, foi escolhida em votação popular a “Rainha do Rádio” com 319.430 votos. Além de se apresentar em programas de Rádio, cantou também na TV Tupi.

Foi coroada “Rainha do Rádio” de 1958, ano em que atuou no filme E o bicho não deu…, dirigido por J. B. Tanko e que contou no elenco com as presenças de Ankito e Grande Otelo num enredo escrito por Sérgio Porto, o popular Stanislaw Ponte Preta. Neste filme, além de cantar, foi também atriz, quando exibiu bons recursos de cena. Também nesse ano, lançou disco com o bolero Podes voltar, de Othon Russo e Nazareno de Brito, e a valsa …E a chuva parou, de Ribamar, Esdras Silva e Vitor Freire.

Em 1960, gravou com acompanhamento da orquestra e coro de Bob Rose os fox Você não tem razão, de Bartel, Burns e Magio, e Quero sonhar, de J. Gluck Jr e F. Tobias, ambos em versões de Renato Corte Real. Retirou-se progressivamente da cena, a partir do final dos anos 1960.

Fontes: Dicionário Cravo Albin da MPB; Comunidade Julie Joy – Orkut.

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