recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Márcia

Posted by everbc em 20/02/2011

Márcia (Márcia Elisabeth Raimundo Barbosa), cantora, nasceu em São Paulo SP em 25/11/1943. Começou a cantar como crooner na Orquestra de Erlon Chaves, atuando em bailes e clubes.

Por intermédio de Erlon Chaves e Kalil Filho, foi contratada pela TV Tupi, em 1958. Dois anos depois, mudou-se para Porto Alegre RS, passando a trabalhar na Rádio Farroupilha e na TV Piratini. Entre 1960 e 1963, ganhou diversos prêmios de melhor cantora dados pelas emissoras de rádio e televisão.

De volta a São Paulo, participou de várias apresentações em boates, teatros e televisões e, em 1965, recebeu o prêmio Berimbau de Ouro, em uma das fases eliminatórias do 1º Festival Nacional da MPB, da TV Excelsior, em Guarujá SP, defendendo Miss Biquini (Silvio Mazzuca).

Dois anos depois, participou do 3° Festival da MPB, da TV Record, de São Paulo, com a música Eu e a brisa (Johnny Alf) que, embora desclassificada, tornou-se mais tarde um de seus maiores sucessos. Gravou essa música num dos três LPs do Festival e, em 1968, lançou seu primeiro LP —Eu e a brisa — pela Philips, cantando, entre outras, Pra machucar meu coração (Ary Barroso) e Aula de matemática (Tom Jobim e Marino Pinto), além da canção-título.

Gravou seu segundo LP Márcia, pela Philips, em 1969, incluindo cinco composições de Johnny Alf.

No ano seguinte, a Philips lançou novo LP, Márcia volume II, e em seguida passou para a Odeon, gravando um compacto duplo com E lá se vão meus anéis (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro), Minha (Francis Hime e Rui Guerra), Eu e o crepúsculo (Johnny Alf) e Té amanhã (Baden Powell e Paulo César Pinheiro). Em seguida, saiu pela Odeon seu LP Rimas, em que cantou entre outras, Ilustre visita (Noel Rosa) e Fez bobagem (Assis Valente).

Com Baden Powell e Vinícius de Moraes, fez uma temporada em Portugal, em 1972, apresentando-se em boates e teatros. Dois anos mais tarde, participou com Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro do show O Importante é que a nossa emoção sobreviva, que ficou em cartaz por longo período no Teatro Oficina, em São Paulo.

CD

Tudo o que mais nos uniu: Eduardo Gudin, Márcia e Paulo César Pinheiro, 1996, Velas 11V198.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha.

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