recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘bossa nova’ Category

Wanda Sá

Posted by everbc em 13/04/2010

Fã de primeira hora da bossa nova, Wanda Sá, uma paulista convertida a carioca desde a mais tenra idade, matriculou-se aos 13 anos na academia de violão de Roberto Menescal. Descoberta por Ronaldo Bôscoli, participou de programas de televisão como Dois no Balanço (TV Excelsior) e O Fino da Bossa (TV Record).

Aos 19 anos, lançou Inútil paisagem (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira). Neste primeiro disco, Wanda Vagamente (1964), produzido por Menescal, apareceu em todas as estações de rádio com Vagamente (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli). Poucos meses depois, partiu com o Brasil 65, grupo de Sérgio Mendes que tinha ainda Jorge Ben e Rosinha de Valença, para apresentar-se no circuito universitário dos Estados Unidos.

Cantou numa boate em Los Angeles e foi vista por Dave Cavanaugh, produtor de Nat King Cole e Frank Sinatra. Wanda pulou das mãos de Sérgio para as de Cavanaugh e gravou três discos nos Estados Unidos, dois com a Brasil 65 e o solo, Softly.

Na volta ao Brasil, fez shows com Baden Powell, Vinícius de Moraes, Mièle e Luís Carlos Vinhas e o Bossa 3. Em 1969, gravou com Paul Desmond em seu disco “Hot Summer”, em Nova Iorque.

Foi casada durante 12 anos com Edu Lobo, tempo em que dedicou-se mais a ser mãe e a dar aulas de violão do que a cantar. No fim dos anos 80, reencontrou profissionalmente o ex-professor de violão Roberto Menescal, voltou à cena artística.

Além de shows ao lado de Menescal e Mièle, gravou em 1994 o disco Brasileiras, ao lado de Celia Vaz. No ano seguinte lançou Eu e a Música com Menescal. Wanda Vagamente vem fazendo sucesso no Japão e chegou ao segundo lugar na parada de world music.

Fez shows em homenagem a Tom Jobim, Vinícius de Moraes, e cantou ao lado de diversos músicos. Apresentou-se em Angola numa caravana de 36 artistas, entre eles Chico Buarque e Djavan.

Paralelamente, enveredou pelos cânticos religiosos e participou de shows como Jesusmania, no Morro da Urca, em 1986.

Fonte: Rio de Janeiro – Cariocas

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Bossa 3

Posted by everbc em 13/04/2010

Bossa 3

Bossa 3 – Trio formado em 1961 (Luís Carlos Vinhas, piano; Tião Neto, substituído mais tarde por Octávio Bailly Jr., baixo; Edison Machado, substituído por Chico Batera e depois por Ronie Mesquita, bateria) nos arredores do Beco das Garrafas, berço da bossa nova, derivou do quinteto Samba 5, que passou a Samba 3 e finalmente Bossa 3.

As primeiras apresentações do trio foram com os bailarinos Lennie Dale, Joe Benett e Martha Botelho, convidados para uma apresentação no Ed Sullivan Show, então um dos programas de maior audiência da televisão norte-americana.

O grupo permaneceu ainda por algum tempo nos Estados Unidos, onde se apresentou em diversos clubes de jazz. O grupo se desfez de sua formação brasileira e o pianista Luis Carlos Vinhas, o único que voltou ao Brasil, refez o conjunto, com outra formação.

Gravaram mais cinco discos, excursionando por países da América Latina.

Fonte: Rio de Janeiro – Cariocas

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Sérgio Mendes

Posted by everbc em 13/04/2010

Sérgio Santos Mendes, instrumentista, arranjador e regente, nasceu em Niterói (RJ), em 11/2/1941. Um dos músicos brasileiros mais celebrados no exterior estudou piano desde criança, passando na juventude do clássico para o jazz.

No início dos anos 60 passou a se apresentar em jam-sessions de casas noturnas cariocas, especialmente no Beco das Garrafas, participou de festivais de jazz e liderou o Brazilian Jazz Sextet (chegando a gravar como o jazzista Cannonball Adderley) e mais tarde o Sexteto Bossa Rio, com quem se apresentou no Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962.

O disco do grupo Sergio Mendes & Bossa Rio, de 1964, com arranjos de Tom Jobim, é considerado básico no instrumental da bossa nova. Ainda nos anos 60 excursionou por vários países com outros conjuntos até formar o Brazil 66, que gravou discos e fez turnês com muito sucesso.

O disco Herb Alpert Presents Sergio Mendes & Brazil 66 vendeu mais de um milhão de cópias, com o sucesso Mas que nada de Jorge Ben, chegando aos primeiros lugares das paradas de sucessos norte-americanas.

Tocou na Casa Branca em 1967 e gravou muitos discos, individuais ou com os conjuntos que montou, sempre mesclando bossa nova, jazz e ritmos brasileiros populares, instrumentistas brasileiros e estrangeiros, e músicas como Ponteio (Edu Lobo/ Capinam) e A banda (Chico Buarque).

Em 1993 ganhou o prêmio Grammy.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha; Rio de Janeiro – Cariocas.

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