recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘instrumentista’ Category

Sérgio Mendes

Posted by everbc em 13/04/2010

Sérgio Santos Mendes, instrumentista, arranjador e regente, nasceu em Niterói (RJ), em 11/2/1941. Um dos músicos brasileiros mais celebrados no exterior estudou piano desde criança, passando na juventude do clássico para o jazz.

No início dos anos 60 passou a se apresentar em jam-sessions de casas noturnas cariocas, especialmente no Beco das Garrafas, participou de festivais de jazz e liderou o Brazilian Jazz Sextet (chegando a gravar como o jazzista Cannonball Adderley) e mais tarde o Sexteto Bossa Rio, com quem se apresentou no Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962.

O disco do grupo Sergio Mendes & Bossa Rio, de 1964, com arranjos de Tom Jobim, é considerado básico no instrumental da bossa nova. Ainda nos anos 60 excursionou por vários países com outros conjuntos até formar o Brazil 66, que gravou discos e fez turnês com muito sucesso.

O disco Herb Alpert Presents Sergio Mendes & Brazil 66 vendeu mais de um milhão de cópias, com o sucesso Mas que nada de Jorge Ben, chegando aos primeiros lugares das paradas de sucessos norte-americanas.

Tocou na Casa Branca em 1967 e gravou muitos discos, individuais ou com os conjuntos que montou, sempre mesclando bossa nova, jazz e ritmos brasileiros populares, instrumentistas brasileiros e estrangeiros, e músicas como Ponteio (Edu Lobo/ Capinam) e A banda (Chico Buarque).

Em 1993 ganhou o prêmio Grammy.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha; Rio de Janeiro – Cariocas.

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Milton Banana

Posted by everbc em 13/04/2010

Milton Banana

Milton Banana (Antônio de Sousa), instrumentista, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 23/4/1935. Começou a carreira musical em 1955, no conjunto de Waldir Calmon, tocando bateria na boate carioca Arpège.

Nesse mesmo ano passou para o conjunto de Djalma Ferreira, os Milionários do Ritmo, que se apresentava na boate Drink, e em 1956 tocou na boate do Hotel Plaza, como baterista do conjunto de Luís Eça.

Participou pela primeira vez da gravação de um disco em 1959, acompanhando João Gilberto em Chega de saudade (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), lançado em 78 rpm pela Odeon.

Em 1962, ao lado de João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Morais e Os Cariocas, apresentou-se na boate Au Bon Gourmet, no show Encontro, produzido por Aloysio de Oliveira. Nesse mesmo ano, viajou com João Gilberto para a Argentina, fazendo uma temporada na boate 676, e em novembro participou do Festival de Bossa Nova, no Carnegie Hall, em New York, EUA.

Tomou parte na gravação do disco de Stan Getz, João Gilberto e Astrud em 1963, nos EUA, e ainda nesse ano excursionou com João Gilberto, João Donato (piano) e Tião Neto (contrabaixo) pela Itália e França.

Criou o conjunto Milton Banana Trio que teve várias formações e gravou, entre 1965 e 1975, oito LPs pela Odeon, o primeiro deles contando com a participação de Cido, ao piano, e Mário, no contrabaixo. Acompanhou João Gilberto quando ele se apresentou no Brasil em 1965 e, desde então, gravou com vários cantores e instrumentistas, atuando também em inúmeros shows.

CDs

Ao amigo Tom, 1994, BMG-Ariola 74321884920; Sambas de bossa, 1994, BMG-Ariola 793211376426.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira, Art Editora e PubliFolha.

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José Briamonte

Posted by everbc em 13/04/2010

Jose Briamonte

José Briamonte, regente, nasceu em São Paulo SP, em 23/9/1931. Formado em piano pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1956, estudou depois harmonia, contraponto, instrumentação e regência na Escola Livre de Música.

Ainda em 1956, atuou com a Orquestra de Luís César, no Dancing Maravilhoso, em São Paulo. Em 1959 integrou o Conjunto Vadico e Odilon. Em 1963, tocando órgão, participou pela primeira vez de uma gravação, um 78 rpm, pela RGE, que incluía Nós e o mar (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli) e Só saudades (Tom Jobim).

Em 1966 e 1967 atuou nos conjuntos Sansa Trio, com o qual se apresentou no Restaurante Baiúca e gravou dois LPs, e Som Beco, com o qual tocou no restaurante O Beco e gravou um LP.

Em 1967 fez o arranjo para Eu e a brisa (Johnny Alf), interpretado por Márcia no III FMPB, da TV Record, de São Paulo. A partir desse ano, como arranjador, participou de vários festivais e de gravações de inúmeros conjuntos, cantores e compositores, entre os quais Márcia, Toquinho e Vinícius de Moraes, Jorge Ben Jor e Tom Zé.

Para a TV Globo, compôs o tema da novela Pigmaleão 70. Como acompanhante, participou de shows de diversos cantores, como Johnny Alf (1968), Dick Farney (1969) e Maysa (1971).

Em 1975 atuou como regente em Brasileiro profissão esperança, peça musical de Paulo Pontes levada no Teatro Aquarius, em São Paulo, sob direção de Bibi Ferreira. Gravou em 1982 Momentos românticos, pela RCA.

Em 1984, inaugurou o Teatro Scala, Rio de Janeiro RJ. Entre 1985 e 1990, trabalhou como compositor, diretor musical e regente no Paladium, em São Paulo. Dedicou-se a shows personalizados para grandes empresas a partir do início dos anos de 1990.

Entre suas composições eruditas, destacam-se Amolador de facas (1989), poema sinfônico, e Concerto n° 1 em sol maior para piano e orquestra (1992).

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha.

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