recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘jovem guarda’ Category

The Beatniks

Posted by everbc em 10/02/2010

Grupo vocal-instrumental paulistano, um dos primeiros da segunda geração do rock brasileiro. Também um dos primeiros, senão o primeiro, a seguir fielmente os modelos do pop-rock inglês de grupos como Beatles e Rolling Stones, abandonando o pop norte-americano e o pop inglês de Cliff Richard e os Shadows, que eram os grandes exemplos dos roqueiros brasileiros até então. Foram ainda um dos grupos mais atuantes na Jovem Guarda, como acompanhantes de Roberto Carlos e outros, em shows e na televisão.

Formado em 1965 por Bogô (Carlos Bogossian, São Paulo SP 1943—) na guitarra-base, Nino (Domingos Tucci) na bateria, imediatamente substituído por Norival (Norival Ricardo d’Angelo, São Paulo 1949—), Márcio (Márcio de Barros Morgado, São Paulo 1947—) na guitarra-solo e Nenê (Lívio Benvenuti Júnior, São Paulo 1947—) no contrabaixo.

Bogô, também o primeiro a fabricar no Brasil violões de 12 cordas, havia integrado os grupos The Shades (1961, 1962 e 1964), The Hits (1962-1963), The Cheyennes (1963-1964) e o trio vocal Danny, Chester & Ginny, ao lado de Rita Lee (mais tarde dos Mutantes) e a irmã desta Virgínia Lee; Nené vinha do grupo The Rebels, com quem gravara três LPs.

Em 1965, Nenê passou para o grupo Os Incríveis e foi substituído por Mário Lúcio (Mário Lúcio de Freitas, São Paulo 1948—) entrando também o tecladista Régis (Régis Monteiro Moreira, São Paulo 1946—).

Em 1966, com o apoio de Roberto Carlos, que os apresentava como “o mais perfeito Liverpool sound do Brasil”, o grupo gravou um compacto na CBS, Cansado de esperar, versão de Márcio para Tired of Waiting for You, do grupo inglês The Kinks. Logo após, Mário Lúcio foi substituído pelo irmão de Márcio, Cláudio(Cláudio de Barros Morgado, São Paulo 1951—), e Nino deixou o grupo.

Mudando para a gravadora Rozenblit, gravaram mais dois compactos: em 1967, Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava i Beatles e i Rolling Stones, de Gianni Morandi, versão de Carlos Antônio Gouveia), cuja escalada para o sucesso foi interrompida por Era um garoto…, versão da mesma música lançada por Os Incríveis; e em 1968, Gloria, do grupo irlandês Them.

Separado desde 1970, o grupo se reuniu novamente para a apresentação de shows ocasionais.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha.

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Ari Sanches

Posted by everbc em 29/01/2009

Ari Sanches (Ariovaldo Sanches Lopes), cantor, nasceu em 16/06/1944 no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo, onde poucos anos depois iniciou sua carreira, influenciado pela colônia italiana residente na região. Do tradicional bairro paulista ao reduto dos melhores cantores da época foi um pulo.

Em 1965, durante uma apresentação no Restaurante Fasano, em São Paulo, Ari conheceu Roberto Carlos, ídolo da Jovem Guarda que já despontava com grandes sucessos. A empatia entre os dois foi imediata e Roberto convidou Ari para participar, na semana seguinte, da estréia do primeiro programa da Jovem Guarda na Rede Record.

Todos os participantes do programa recebiam uma denominação criativa do Rei: Wanderléia era a ternurinha, Erasmo Carlos, o tremendão, e Ari ficou conhecido como a “granada romântica” porque, como contratado do Programa Jovem Guarda, interpretava com grande estilo as música italianas que faziam sucesso na época, simultaneamente ao movimento dos Beatles, rock e bossa nova. Nessa fase, gravou 6 LPs e vários compactos.

Com o término da Jovem Guarda, Ari Sanches e outros conhecidos cantores da época foram levados por Silvio Santos, ainda na Rede Globo, para o programa Os Galãs Cantam e Dançam aos Domingos 1970 a 1973.

A carreira ainda lhe reservava surpresas. Em 1974, Ari foi contratado por um grupo de empresários para atuar internacionalmente. Foram 12 anos viajando, especialmente para países da Europa, e diversas apresentações em navios.

Até hoje, Ari viaja freqüentemente, tem seu trabalho respeitado e seus shows fazem muito sucesso em outros países.

Em 1986 voltou a trabalhar com Silvio Santos no programa Qual é a Música. Logo depois, em 1989, Ari montou seu próprio grupo musical – a Banda 4ª Dimensão – e, com o formato Baile Show, passou a realizar diversas apresentações por todo o país.

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Márcio Greyck

Posted by everbc em 29/01/2009

Márcio Greyck (Márcio Pereira Leite), cantor e compositor, nasceu em 30/08/1947 em Belo Horizonte MG. Aprendeu, de ouvido, a tocar violão, guitarra, baixo, bateria e piano. Iniciou carreira profissional em 1967, através do disc-jockey Dirceu Pereira, que o levou para gravar na Polydor.

A primeira composição, Venha sorrindo (1967), foi também a primeira gravada por ele, ainda em 1967, ano em que lançou um LP com seu nome, cuja faixa de destaque era Minha menina (Eleanor Rigby, de Lennon e McCartney, versão de Antônio Carlos Wallace).

De 1967 a 1968, foi contratado da TV Tupi de São Paulo, na qual comandava o programa O Mundo é dos Jovens.

Entre seus sucessos como compositor destacam-se: Impossível acreditar que perdi você (com Cobel, 1972), regravada com êxito por Fábio Júnior, em 1997, para a trilha da novela A indomada, da TV Globo; e Vivendo por viver (com Cobel), na interpretação de Zezé di Camargo e Luciano, também em 1997.

Como cantor, teve êxito com duas músicas do pop italiano: em 1972, O mais importante é o verdadeiro amor (Tanta voglia di lei, do grupo I Pooh) e, em 1973, Infinito (L’lnfinito, de Giancarlo Bigazzi e Toto Savio), ambas em versão de Fernando Adour.

Grava seus discos na CBS e tem como principais parceiros Cobel (seu irmão), Fernando Adour e Antônio Carlos Wallace.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira -Art Editora e PubliFolha.

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