recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘marcelo tupinamba’ Category

>Viola cantadera

Posted by everbc em 24/03/2006

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Viola cantadera (canção sertaneja, 1917) – Da opereta sertaneja Scenas da Roça, original de Arlindo Leal e música de Marcelo Tupinambá

http://res0.esnips.com/escentral/images/widgets/flash/guitar_test.swf
Ely Camargo

Temperada minha viola / Vou rasgando logo a toada… / E a minh’arma’ se aconsola / Já não véve amargurada… / Minha viola é cantadera, / Vae chorando a minha dô… / E pôr ser bôa companhera / Nunca nunca me deixou / Ai!…

C’om a viola, no sertão, / Quando a noite é de luá… / Vou abrindo o coração, / Nunca deixo de cantá

Quando alembro, com sôdade, / Da muié que me enganô… / Eu renego a mocidade / Que não vorta e já passô!… / Quando eu canto, quando eu chóro, / A viola vae gemendo / E na serra adonde móro, / Minha vois se vae perdendo… / Ai!…

E sosinho, no sertão, / Quando a noite é de luá… / Vou abrindo o coração, / Aliviando o meu pená…

Quando eu canto, no terrêro, / Minha vois correndo, avôa… / Corre as matta, corre os sêrro / E bem longe ela resôa… / Quando eu canto, com tristura, / Minha viola, num gemido, / C’o meu canto se amistura. / Mais me deixa intrestecido!.. / Ai!…

C’om a viola, no sertão / Quando a noite é de luá… / Vou abrindo o coração, / Aliviando o meu pená / Aliviando o meu pená…

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>Tristeza de caboclo

Posted by everbc em 24/03/2006

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Tristeza de Caboclo é um tanguinho, a primeira música que Marcelo Tupinambá compôs sob o contrato com Campassi & Camin, editores de São Paulo. Com letra de Arlindo Leal, ela se tornou um sucesso instantâneo, vendendo o número fenomenal de 120.000 partituras para piano em um ano.

Tristeza de Caboclo (tanguinho, 1919)– Arlindo Leal e Marcelo Tupinambá

Quando na roça anoitece / Fico sempre a meditá!.. / (Coro) Fica sempre a meditá!… (bis) / Meu coração, que padece, / Não me deixa sossegá!… / (Coro) Não o deixa sossegá!.. (bis)

Estribilho: Minh’arma, com fervô, / Quando ha lua / Chora o seu amo / E sem podê se aconsolá / Garra logo a suspirá!… / (Coro) Quem ama, com fervô, etc.

Meu coração, com tristeza, / Quando surge o bom luá. / (Coro) Quando surge o bom luá… (bis) / Sabe, com muita firmeza, / Seus queixumes disfarçá!… / (Coro) Seus queixumes disfarçá!.. (bis)

Estribilho: Minh’arma, com fervô, etc.

Quem sabe amá, com ternura, / Nunca deixa de sonhá… / (Coro) Nunca deixa de sonhá! (bis) / Não sofre a negra amargura / Que me anda a acabrunhá! (Coro) Que o anda a acabrunhá!.. (bis)

Estribilho: Minh’arma, com fervô, etc.

Quando eu pego na viola, / Com vontade de cantá, / (Coro) Com vontade de cantá!… (bis) / Meu coração se aconsola, / Alliviando seus pená!…/ (Coro) Alliviando seus pená!… (bis)

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>Maricota, sai da chuva

Posted by everbc em 24/03/2006

>Maricota, sai da chuva (tanguinho, 1917)

– Canção sertaneja da opereta sertaneja Scenas da Roça – original de Arlindo Leal e música de Marcelo Tupinambá

http://res0.esnips.com/escentral/images/widgets/flash/guitar_test.swf

Côro: Maricóta, sáe da chúva / Deixa, deixa de embromá / Maricóta, sáe da chúva / Que tu vaé te aconstipá / A chúva tá penêrano / Tá penêrano no á / Maricóta, sáe da chúva / Que tu vaé te aconstipá

Maricóta: Não tenho medo da chúva / Nem do ronco do trovão / Eu quero mêmo que chôva / Pra lavá meu coração

Penêra, chuva, penêra; / Não deixa de penêrá… / E prô sê triste rocêra / Como tu anda a chorá…

Côro: Maricóta, sáe da chúva, etc… / Maricóta: Não tenho medo da chúva, etc…

Lá no ceo tá fuzilano / Vejo as nuvens a se mexê, / Pode sê que seja engano / Se chovê logo se vê…

Côro: Maricóta, sáe da chúva, etc… / Maricóta: Não tenho medo da chúva, etc…

Óia o sór já pareceu… / Já, não chóve, nhô Vadô, / Óia o arco, lá no céu, / A trovada já passô…

Côro: Maricóta, sáe da chúva, etc… / Maricóta: Não tenho medo da chúva, etc…

Cala a bocca, nhô Vadô / Que essa chúva não me móia… / Vá s’imbora, minha gente, / Que moiada eu não estô…

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