recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Ana Carolina

Posted by everbc em 22/05/2011

Nascida em Juiz de Fora-MG, a cantora, compositora, arranjadora, violonista e percussionista Ana Carolina começou cantando nos bares de sua cidade e teve seus primeiros espetáculos produzidos pela atriz e cantora Zezé Motta.

Sua voz de timbre grave chamou a atenção de Luciana de Moraes, filha de Vinícius de Moraes, que resolveu apostar em sua carreira.


Assim, em 1999, Ana lançou seu primeiro álbum, “Ana Carolina”, que teve como destaques a música Garganta  (feita para ela pelo compositor Totonho Villeroy) e as recriações muito pessoais (entre o tango e o blues) de Retrato em branco e preto (Tom Jobim e Chico Buarque) e Alguém me disse (de Evaldo Gouvêia e Jair Amorim).

Em 2003, Ana Carolina lança seu terceiro CD, Estampado. Com esse trabalho a cantora obtém reconhecimento da crítica e aprovação do público. No mesmo ano é lançado o DVD Estampado, um misto de filme-documento e musical.

Além do show no Largo da Carioca, o DVD também apresenta performances de voz e violão da artista.

Em 2005, Ana Carolina lança Ana & Jorge, o álbum que registra um show que a cantora fez em parceria com Seu Jorge em agosto de 2005, em São Paulo.

			

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Moacyr Bueno Rocha

Posted by everbc em 22/05/2011

Moacyr Bueno da Rocha

Moacyr Bueno Rocha, cantor, nasceu no Rio de Janeiro no bairro das Laranjeiras. Recebeu o apelido de “O Últimos Romântico” na rádio Marynk Veiga, devido ao grande sentimento emotivo que emprestava as canções que interpretava.

Estreou no microfone em 1931, na Rádio educadora na Hora Lamartinesca.

Recebeu seu primeiro cachet na PRA-2. Gravando Nancy de Bruno Arelli e Luiz Lacerda, obteve um dos maiores êxitos de sua carreira, Meu amor por toda vida de Osvaldo Santiago também fez sucesso.

Além de magnífico cantor revelou-se rádio-ator de admiráveis recursos. Dizia Sadi Cabral, que se Moacyr não fosse o brilhante cantor que era, as suas qualidades de rádio-ator já lhe garantiriam posição de destaque na radiofonia nacional.

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Amália Rodrigues

Posted by everbc em 22/05/2011

A ligação artística e efetiva de Amália Rodrigues com o público brasileiro, que tanto admira, sempre foi muito estreita e carinhosa. Saiu ela para cantar em outras terras, pela primeira vez, em 1943, na vizinha Espanha.

Em 1944, mesmo na época perigosa da guerra, sua segunda viagem internacional já teria a direção do Rio de Janeiro, viagem repetida em 1945, quando grava na Continental, e em 1949, em ambas as oportunidades também se apresentando em São Paulo. Foram em seguida tantas as vindas e tantos os seus triunfos no Brasil que se torna difícil e desnecessário enumerá-los.

De família modesta da Beira Baixa, Amália da Piedade Rodrigues, nasceria, todavia, por acaso, em Lisboa, em 1920, num dia e mês que a memória de seus familiares nunca conseguiu determinar com exatidão. Até os quatorze anos, ficou na casa de seus avós maternos, na capital portuguesa.

Muito pequena, em casa, a pedido de seu avô começou a cantar, e depois nas festas escolares. A escola freqüentaria até os doze anos, deixando os estudos para ser bordadeira, passadeira de roupa, empregada de fábrica de doces e vendedora de laranjas no cais lisboeta.

Ao voltar para junto de seus pais e irmãos na Beira Baixa, no Fundão, na serra da Estrela, continuou a fazer o que mais gostava, cantar em toda a parte.

“Cantei desde menina, quando andava descalça e seguia os cegos que pediam esmolas. Quando comecei, inovei o fado. Sou filha de gente da Beira Baixa, gente que tem uma maneira diferente de cantar e esta minha maneira foi considerada uma inovação. Depois mudei, estou sempre mudando aqui dentro e por isto minha música muda. Sou desigual, canto como estou sentindo, por isso canto sempre diferente.”

Em meados de 1939, sua vida profissional de cantora tem início quando aceita convite para atuar no Retiro da Severa, em Lisboa, prestigiosa casa de música portuguesa típica. Rapidamente Amália começa a construir sua fama.

Ao mesmo tempo em que se apresenta nas melhores casas noturnas, inclui o teatro de revista, o radio, o disco, as excursões, inclusive internacionais, na sua agenda cada vez mais lotada. O cinema aparece-lhe em 1947. Dois anos atua no filme Vendaval Maravilhoso (Vida e Amores de Castro Alves), uma co-produção luso-brasileira, com locações no Brasil e em Portugal.

Sua glória mundial faz-se perante platéias as mais variadas e exigentes: Madri, Rio de Janeiro, São Paulo, Paris, Londres, Nova Iorque, Milão, Tóquio, Buenos Aires, Cidade do México e tantas outras pelo mundo a fora. E onde não chega pessoalmente, seus discos levam sua voz.

“O fado me deu muito mais do que eu dei a ele. Minha voz foi somente o veículo humilde através do qual a alma de minha terra chegou a todas as partes do mundo”.

Além de tudo, Amália era despojada das humanas vaidades. Mas quem pode pensar no fado e não pensar imediatamente em Amália Rodrigues?

Faleceu em 05/10/1999.

Fonte: http://www.revivendomusicas.com.br/biografias_detalhes.asp?id=211

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