recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘duque’ Category

>Sarambá

Posted by everbc em 15/11/2006

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J. Thomaz

Sarambá (samba, 1922 – gravado em 1929) – J. Tomás / Versos em francês de Duque

Título da música: Sarambá / Gênero musical: Samba / Intérprete: Anjos do Inferno / Compositores: Duque – Thomaz, J / Gravadora Rca victor / Número do Álbum 800318 / Data de Gravação 00/1945 / Data de Lançamento 00/1945 / Lado A / Disco 78 rpm:

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Olha o sarambá ô tia / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô nega / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô tia / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô nega / Olha o sarambá

Mon samba se dance toujours encadence
Petit pas par-ci, petit pas par-la
Il faute de l’aisance, beaucoup d’elegance
Le corps se balance, dançant le samba (ô tia)

Olha o sarambá ô tia / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô nega / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô tia / Olha o sarambá
Olha o sarambá ô nega / Olha o sarambá

Mon samba se dance toujours encadence
Petit pas par-ci, petit pas par-la
Il faute de l’aisance, beaucoup d’elegance
Le corps se balance, dançant le samba (ô tia)

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>Passarinho do Má

Posted by everbc em 03/04/2006

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Foi só o presidente Artur Bernardes, que governou o país sob estado de sítio de 1922 a 1926, deixar o Palácio do Catete para receber o troco. O “passarinho do mal”, responsável por todos os males do mundo, não era outro senão o “Rolinha”, apelido maldoso dado pelo povo a Bernardes. Ao final, registra-se a letra de três estrofes – bem mais pesadas – que não foram gravadas por Francisco Alves.

Passarinho do Má (samba, 1927) – Antonio Lopes do Amorim Diniz (Duque)

Passarinho do má tava cá
Não havia maneira de enxotá (Bis)
Meu roçado de mio, secô

http://res0.esnips.com/escentral/images/widgets/flash/drums.swf
Francisco Alves

Meu cavalo de sela, mancô.
Meu cachorro de caça, danô
Minha sogra de longe, vortô.

Passarinho do má tava cá
Não havia maneira de enxotá (Bis)
A corrente de prata, partiu
O relógio na pedra, caiu.
O dinheiro no borso, sumiu
A muié que eu gostava, fugiu.

Passarinho do má tava cá / Não havia maneira de enxotá (Bis)
Água suja do monte, desceu / O riacho num instante, cresceu.
O porquinho que tinha, morreu / A muié a vergonha, perdeu.

As três estrofes que Francisco Alves não gravou são as seguintes:

A geada os legume secô / O alambique do monte, quebrô.
Vento sul deu nas cana, estragô / A cachaça na roça, acabô.

Estou vendo daqui toda gente / Com um sorriso feliz e contente.
Pois chegou ao Brasil finalmente / O Jahú(1), que é a glória da gente.

Passarinho do má já vuô / Ninguém sabe onde pousô
Passarinho do má se vortá / Espingarda taí pra matá.

(1) Nome do avião que, em 1927, realizou o primeiro vôo de travessia do Atlântico Sul pilotado por brasileiros .

Fonte: Franklin Martins – Site Oficial

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>Sebastião Cirino

Posted by everbc em 19/03/2006

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Sebastião Cirino, instrumentista e compositor, nasceu em 20/01/1902, em Juiz de Fora (MG), e faleceu em 16/07/1968, no Rio de Janeiro (RJ). Morando no Rio de Janeiro desde 1913, foi preso por vadiagem, aprendendo música na colônia correcional de Dois Rios, na ilha Grande, onde tocava trompete na banda dos presidiários. Foi para Bahia com 56º Batalhão de Caçadores do Exército. E, de volta ao Rio de Janeiro, deu baixa e empregou-se como trompetista no Cine Guanabara. Por essa época compôs Ao nascer o astro-rei (com Pedro Pereira Paulo), música que deu ao bloco Caprichosos da Estopa a vitória num concurso carnavalesco, promovido pelo Jornal do Brasil.

Em 1923 apresentou-se no cabaré Fênix, como trompetista do conjunto Oito Cutubas, organizado por Donga depois da dissolução dos Oito Batutas . Esse grupo não durou muito e, no mesmo ano, passou a integrar o Brazilian Jazz, organizado por J. Tomás, que estreou no Cinema Central e, em seguida, atuou em vários teatros musicados da Praça Tiradentes.

Seu maior sucesso como compositor foi o maxixe Cristo nasceu na Bahia (com Duque) lançado em 1926 e incluído na revista Tudo preto, encenada no Teatro Rialto, pela Companhia Negra de Revistas. Contratado pelo conjunto Carlito Jazz, viajou para a Europa em 1926, onde ficou até 1939, tendo recebido do governo francês a cruz de honra de cavalheiro de Educação Cívica, por exibições gratuitas em espetáculos beneficentes.

No Brasil, organizou uma orquestra só de negros, que se apresentava no Cassino Atlântico. Continuou compondo e fazendo arranjos e, em junho de 1954, participou do espetáculo Noite da Velha Guarda, realizado na boate do Hotel Glória, no Rio de Janeiro, no qual tocou ao lado de Pixinguinha, João da Baiana, Alfredinho Flautim e outros.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora

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