recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘cantora’ Category

>Anastácia

Posted by everbc em 13/07/2007

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Anastácia (Lucinete Ferreira), cantora e compositora, nasceu no Recife, PE, em 30/5/1941. Seu interesse pela música surgiu muito cedo, aos sete anos de idade. Nessa época, acompanhava um cantador de cocos no bairro Macaxeira, onde ela vivia.
Iniciou a carreira no ano de 1954, cantando na Rádio Jornal do Comércio no Recife. Interpretava canções do sul do país, principalmente sucessos de Celly Campello. Em 1960, transferiu-se para São Paulo, onde passou a cantar gêneros nordestinos.
Fez shows pelo interior paulista, participando da “Caravana do peru que fala”, com Sílvio Santos. Em seguida apresentou-se com a dupla nordestina Venâncio e Corumba. Ganhou nessa época o nome artístico de Anastácia, dado pelo produtor, cantor e compositor Palmeira, então diretor da gravadora Chantecler.
Gravou em 1960 seu primeiro disco, um compacto com as músicas Noivado longo, de Max Nunes, Chuleado, A Dica do Deca e Forró fiá, todas de Venâncio e Corumbá. Em 1961 gravou o primeiro LP pela Chantecler.
Em 1963, o cantor Noite Ilustrada gravou a primeira composição de Anastácia, Conselho de amigo, feita em parceria com Italúcia. Passou, em seguida, para a gravadora Continental onde gravou quatro LPs, que obtiveram sucesso especialmente no Nordeste.
Em meados da década de 60, conheceu o cantor Dominguinhos num programa de Luiz Gonzaga na extinta TV Continental no Rio de Janeiro, com quem se casou e fez parceria musical. Com Dominguinhos participou de uma caravana artística com o “Rei do baião”.
Em 1969, participou com Dominguinhos do Festival de Música Regional Nordestina, promovido pela TV Bandeirantes, com as composições Um mundo de amor, que não foi classificada e De amor eu morrerei, que chegou em segundo lugar, as duas defendidas pela cantora nordestina Marinês. Com Dominguinhos compôs mais de 50 músicas.
Em 1969, lançou pela RCA Victor o disco Caminho da roça, com a participação de Luiz Gonzaga nas faixas Minha gente, eu vou me embora, de Antônio Barros e Feira do pobre, de Onildo Almeida.
Em 1970, lançou o LP Canto do sabiá, apenas com composições próprias. No mesmo ano, gravou duas composições, De amor eu morrerei e Um mundo de amor, no LP Festival nordestino, ambas de sua autoria e Dominguinhos. Em 1971, lançou o LP Torrão de ouro.
Em 1973, Gilberto Gil gravou sua composição Eu só quero um xodó, parceria com Dominguinhos, em gravação clássica. Essa música recebeu mais de 20 regravações. O mesmo Gilberto Gil gravou com sucesso a canção Tenho sede, regravando-a em 1994 no disco Unplugged.
Em 1974, teve duas de suas músicas gravadas por duas das maiores cantoras brasileiras, Gal Costa, que regravou De amor eu morrerei e Ângela Maria que gravou Amor que não presta não serve pra mim.
Anastácia gravou cerca de 30 discos, constituindo-se numa das maiores nomes do forró. Outros intérpretes que gravaram composições suas foram Nana Caymmi, Cláudia Barroso, Jane Duboc, Doris Monteiro, José Augusto, Ângela Maria e outros, além dos internacionais Paul Murriat, Timy Thomas e Ornela Vanoni.

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>Fátima Guedes

Posted by everbc em 11/07/2007

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Fátima Guedes, cantora e compositora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 6/5/1958. Criada entre a Zona Norte e o subúrbio carioca, iniciou carreira como compositora em 1973.
Em 1976, sua música Passional venceu o Festival de Música da Faculdade Hélio Alonso. Autora de trilhas sonoras para teatro, compôs Onze fitas, para a peça O dia da caça, de José Louzeiro. Sua música Bicho medo foi gravada por Wanderléia e Meninas da cidade interpretada no show Transversal do tempo, por Elis Regina.
Participou, em 1980, do Festival da Nova Música Popular Brasileira, com Mais uma boca. Lançou seu primeiro disco, Fátima Guedes, em 1979, com as composições Onze fitas, Meninas da cidade e Passional. Em 1980 lançou outro disco, também com o nome Fátima Guedes, contendo Cheiro de mato e Mais de uma boca, também suas.
Em 1981 lançou Lápis de cor, com a composição Arco-íris, e chamou a atenção de toda a crítica musical. Em 1983 saiu Muito prazer, em que se destaca Absinto; e, em 1985, Sétima arte, com a composição de mesmo nome. Seu segundo CD, Pra bom entendedor, conta com composições suas (Minha senhora e Mãos de jardineiro) e da dupla Guinga e Aldir Blanc.
Tem músicas gravadas por Elis Regina (Onze fitas), Nana Caymmi (Chora brasileira), Zizi Possi, Joanna e Simone (Condenados).
CDs: Pra bom entendedor, 1993, Velas 11-V017; Grande tempo, 1995, Velas 11-V114.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora e PubliFolha.

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>Baby Consuelo

Posted by everbc em 07/07/2007

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Baby Consuelo (Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade), cantora e compositora, nasceu em Niterói RJ em 18/7/1952. Aos nove anos, ganhou da mãe o primeiro violão; cresceu ouvindo Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi Beatles e João Gilberto.

Em 1966 mudou seu nome para Baby Consuelo; dois anos depois, foi morar em Salvador BA, onde ficou conhecendo Pepeu, guitarrista do recém-formado conjunto Os Novos Baianos, que passou a integrar como vocalista e percussionista.

Em 1978 iniciou carreira solo com o disco O que vier eu traço, que incluía Menino do Rio (Caetano Veloso), um de seus maiores êxitos. Lançou ainda os discos Pra enlouquecer (1980), Canceriana telúrica (1981) — com o sucesso Todo dia era dia de Índio —, Cósmica (1982), Krishna Baby (1984), Sem pecado e sem juízo (1985), Ora pro nobis (1991).

Depois de uma peregrinação a Santiago de Compostela, Espanha, mudou seu nome para Baby do Brasil. Em 1997, reencontrou Os Novos Baianos, para gravar o CD duplo Infinito circular (Globo/Polydor); no mesmo ano, lançou o CD Um, que marcou seu ingresso na dance music.

CD: Um, 1997, BMG/Ariola 7432145483.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira – Art Editora PubliFolha

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