recordando a MPB

História da MPB com biografias, cronologia dos sucessos e músicas cifradas.

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Archive for the ‘radio’ Category

Floriano Faissal

Posted by everbc em 13/04/2010

Floriano Faissal (São Paulo-SP, 1907 – Rio de Janeiro-RJ, 1986), ator, radialista e compositor, era irmão dos também radialistas Roberto, William e Lourival Faissal.

Começou sua carreira como figurante de teatro e escrevendo comédias e revistas musicais, mas foi no rádio a partir de 1938 quando entra para a Rádio Nacional para escrever esquetes para o programa Luis Vassalo que sua carreira decolou.

Floriano foi um dos mais famosos radialistas das décadas de 40 e 50 na Rádio Nacional e chegou a se tornar diretor do Departamento de Rádioteatro da emissora. Na década de 60 ele virou compositor de músicas (Adeus querida, por exemplo) e temas para programas na TV Rio.

Terminou sua carreira profissional produzindo e dirigindo programas para o Projeto Minerva e o Mobral na Funtevê e depois na Rádio MEC. No cinema ele fez apenas dois filmes, sendo o mais conhecido, “Inconfidência Mineira”, na década de 40.

Fonte: Wikipédia; Rádio Nacional. .

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Zilá Fonseca

Posted by everbc em 16/01/2009

Zilá Fonseca (Iolanda Ribeiro Angarano), cantora (12/4/1929, São Paulo, SP – 30/5/1992, Rio de Janeiro, RJ), nasceu na capital paulista, onde iniciou sua carreira, sendo durante muito tempo, considerada uma especialista na arte de cantar tangos e boleros.

Em 1938, lançou pela Columbia, seu primeiro disco, com acompamento de Antônio Rago e seu conjunto regional, interpretando a marcha Se ele perguntar por mim e o samba Fiz esta canção, ambas do compositor Sereno.

Em 1939, foi contratada pela Rádio Tupi de São Paulo. Trabalhou depois na Rádio Cruzeiro do Sul, transferindo-se em seguida para a Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro, onde filmou, em 1940, Vamos cantar, direção de Leo Marten. Gravou um disco na Columbia, incluindo o samba Coração em festa (José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro) e Carta verde (Valfrido Silva e Armando Lima), no mesmo ano lançou dois de seus grandes sucessos, a marcha A charanga do Oscar, de Malfitano, Silva Araújo e Geraldo Mendonça e o samba Sei lá si tá, de Valfrido Silva e Alcir Pires Vermelho.

Em 1942, gravou na Victor as marchas A vontade do freguês, de Malfitano e Jorge Faraj e Olha a conga, de Malfitano e Silva Araújo. Em 1945, foi contratada pela Odeon e lançou os sambas Já não posso mais, de Milton de Oliveira e Gilberto de Carvalho e o grande sucesso de Muita gente no samba, de autoria de Ari Monteiro. No ano seguinte gravou Nicanor vai ser chutado, samba de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira.

Em 1948, transferiu-se para a Star, onde gravou Quero um samba, de Assis Valente e Júlio Zamorano, Onde vamos morar de Antonio Valentim dos Santos e Aldacir Evangelista, Eta pessoal (Henrique de Almeida, Gadé e Humberto de Carvalho) e o grande sucesso A aurora vem raiando, de Nelson Trigueiro, além da marcha carnavalesca Galo garnizé (Antônio Almeida, Luís Gonzaga e Miguel Lima).

Em 1949, atuou no filme Estou aí, com direção de José Cajado Filho. Nesse mesmo ano, casou-se com Osvaldo Luís, na época locutor da Rádio Mayrink Veiga. Em 1951, foi para a Odeon, gravando com grande sucesso o samba de Ari Monteiro Muita gente no samba e, transferiu-se neste mesmo ano para a Todamérica, estreando com a marcha Meu barracão não cai, de Valdir Gonçalves e Irani de Oliveira e o samba Nome manchado, de Paulo Marques e Alice Chaves, e para o Carnaval Balança mas não cai (Abel Ferreira), seguido de Não te quero mais (Mário Sena e Armando Rosas), Revés do passado (Plínio Gesta), Minha vida e meus amores (Luís Vieira) e O príncipe Maru (Oldemar Magalhães).

Em 1952 gravou o baião A jangada não vem, de sua parceria com Osvaldo Silva e o samba Agradeço a você, de Altamiro Carrilho e Armando Nunes. No ano seguinte, retornou para a Columbia e gravou o samba canção Jerusalém, de Castro Perret e a canção Noite de luz, de Gruber e Osvaldo Molles.

Em 1954, gravou com Cauby Peixoto o bolero Vaya con Dios, de Russel, James e Pepper, com versão de Joubert de Carvalho e o baião Elvira, de Rômulo Paes e Henrique de Almeida. No ano seguinte gravou o clássico samba A voz do morro, de Zé Keti.

Em 1956, registrou o samba Vingança de pobre, de Hianto de Almeida e Francisco Anysio e no ano seguinte o samba Se acaso você chegasse, de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins. Gravou ainda na Chantecler e nos pequenos selos Sarau e Ritmos.

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Marion

Posted by everbc em 16/01/2009

A cantora e atriz Marion (Penha Marion Pereira) nasceu em São Paulo, SP no dia 8 de setembro de 1924. Aos oito anos participou do programa infantil da cantora Sônia Carvalho, na Rádio Educadora Paulista, e três anos depois cantou pela primeira vez em um auditório.
Em 1938, como amadora, passou a apresentar-se no programa Tia Chiquinha, na Rádio Tupi, de São Paulo. Mais tarde, o compositor Assis Valente convidou-a para cantar suas composições na boate Guarujá, onde ele atuava. Com o sucesso de suas apresentações, numa viagem ao Rio de Janeiro RJ, Jaime Redondo, diretor artístico dos cassinos Icaraí (Niterói RJ) e da Urca, contratou-a por quatro anos.
Em 1943 assinou contrato com a Rádio Educadora e um ano depois Moacir Fenelon convidou-a para tomar parte no filme Tristezas não pagam dívidas, de José Carlos Burle e J. Rui. No mesmo ano foi para a Rádio Nacional, ali permanecendo até 1947, quando seguiu para Buenos Aires, Argentina, como vedete do Teatro Maipo, apresentando-se durante cinco meses.
Sua primeira gravação, na Continental, foi Doce veneno (Valzinho, Carlos Lentine e Esperidião Machado Goulart). Apareceu em vários filmes da Atlântida, cantando e imitando o estilo de Carmen Miranda, entre os quais Segura esta mulher (1946), Este mundo é um pandeiro (1947), Carnaval no fogo (1950), É fogo na roupa (1952), todos de Watson Macedo, Tira a mão daí (1956), de J. Rui, e Garota enxuta (1959), de J. B. Tanko.

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